sábado, 28 de setembro de 2013

Marionettes

  Capítulo 2
A montanha russa e a Alaly!


 Olhando pelo calendário, ainda não dava para acreditar que era sábado, como, “no meu sonho”, andamos em todos os brinquedos, comemos algumas comidas não saudáveis, e encontramos conhecidos lá, foi realmente divertido, e como no meu suposto “sonho” a fila da montanha russa estava gigantesca, deixamos ela por último e não era a toa que estivesse lotada só podia ir uma pessoa por carrinho, num percurso que demora cerca de 1 minuto e 30 segundos, enquanto esperávamos ficamos revesando para repetir os brinquedos, exceto o que Alaly morria de medo,¬u¬(apesar de que uma vez fiz ela ir e foi muito engraçado, história real, kkkkk).
   Chegada nossa vez eu fui primeiro, o carrinho como qualquer outro, mas só com um lugar, começou a subir estava pronta para a queda quando ela não veio em vez disso o carrinho parou e não qualquer parada estava numa sala, sim você não leu errado uma sala, com um sofá, uma televisão, uma estante, me levantei e comecei a observar a sala.
   A estante estava repleta de bonequinhos que pareciam bem com pessoas, estranho, me aproximei e uma porta que não tinha reparado antes se abriu e uma luz verde tomou a sala, a mesma que surgiu quando aquele trem surgiu. E o relógio da parede começou a tocar, corri para o carrinho torcendo para ele sair dali o mais rápido possível e ele não se movia comecei a ficar preocupada.
    A luz diminuiu e o carrinho começou a se mover. E agora o mais esperado chega, a queda, fiquei surpresa, mas querendo o fim da volta para me encontrar com Alaly e falar sobre o que tinha acontecido, quando cheguei na fila ela já tinha entrado no carrinho e já seguia subindo, corri para a saída aguardando ela, que saiu com um sorriso torto no rosto.
    - O que aconteceu?
    - Não estou me sentindo bem Jhãany. – E parecia mesmo nunca vi ela tão pálida.

- Vamos para casa então. – Ajudei ela a andar até o ônibus. – O que você viu quando entrou no carrinho?
   - Me acorda quando chegar em casa? – Em seguida desmaiou no meu ombro.
   Durante o percurso para casa fiquei esperando acabar no lago como da última vez, mas não, o desviu não mais existia e fomos direto, para minha sorte Alaly mora a uma rua da minha o que ajudou quando fui com ela até sua casa.
   No crepúsculo seguinte resolvi ligar para ela, ninguém atendeu, esperei mais um pouco e tentei de novo e de novo, chegada quarta feira da semana seguinte ao ocorrido, ela me liga, mas ouço outra voz também familiar.
   - Oi, você ligou para esse número. – Era a mãe dela.
   - É a Jhãany, liguei para saber como Alaly...
   - Sinto em dizer que ela se encontra hospitalizada.
   - Aconteceu alguma coisa?
   - Lembra quando você a trouxe daquele parque?
   - Lembro.
   - Pois então ela não estava se sentindo bem e não acordou na manhã seguinte, chamei a ambulância e agora ela está em coma.
   - Não... – Pude ouvi – la chorar. – Sinto muito. – desliguei.
   ...
   Depois de quase uma semana fui visitar meu primo Toram e ele me informa que vai ao parque aquático, disse que já estava cheia de parques, ele insistiu e a mãe dele pagou para mim ir com ele.
   - Você não pode se culpar pelo que aconteceu com sua amiga sei que faz pouco tempo, mas não acho que seja culpa sua. – ele falava, mas minha mente estava longe, ainda não conseguia apagar aquela sala da minha mente e não estava com saco para um local cheio de pessoas, é algo que me irrita.
   - Olha vamos logo a esse parque para você se encontrar com seus amigos e podermos voltar logo para casa.
   -Nossa que chata. - Reclamou Toram.
   - Que seja.
   Enquanto Toram comprava as entradas fui dar uma volta na recepção tinha quadros muito bonitos e móveis um tanto luxuosos, na parte esquerda da recepção tinha um senhor bastante assustado que ficava olhando de um lado para o outro e repetia muito baixo a mesma frase.
   “- Tem que dar tempo...”
   Bom voltei para a companhia de Toram que parecia ter encontrado alguns dos amigos na recepção e fez questão de me apresentar todos, pedi para que entrássemos logo e ele me fez o favor de informar a todos o quanto estava irritante naquele dia, mas que não era assim sempre.
   - Vamos primeiro no escorrega gigante, mas se você quiser podemos ir em outro primeiro. – Sugeriu Toram tentando mudar meu humor.
   - Pode ser.
   - Então vamos. - Disse Ruan um dos amigos que ele acabara de me apresentar.
   Até que estava divertido de fato, fomos em muitos brinquedos que nunca imaginei existirem, depois fomos almoçar e mais tarde mais brinquedos por volta da 14 horas os amigos de Toram resolveram ficar numa piscina rasa só para conversar e descansar um pouco, foi quando vi a coisa mais impossível daquele dia.
   -Alaly...
   Sim, Alaly estava ali a alguns metros de mim, mesmo que tivesse acabado de sair de coma não era para está ali e sim para está se recuperando, no entanto ela parecia está procurando alguém, tentei me aproximar dela na mesma hora uma multidão de crianças passou correndo e me derrubou, perdi ela de vista.
   Frustrada, fui de reencontro com meu primo e seus amigos, mas observando tudo para ver se encontrava Alaly ou se tinha sido tudo minha imaginação, coisa que vinha acontecendo muito ultimamente. Todos resolveram voltar aos escorregas eu optei por ficar segurando as coisas/pertences.
   Momentos depois um homem esbarra em mim, o mesmo que estava assustado na entrada do parque.
   - Ei! – Nem olhou. Foi quando finalmente a avistei. – Alaly! – Não houve resposta.
   Corri até ela e deixei as coisas com a amiga do meu primo que já havia voltado. Alaly, ia em direção ao homem que bateu em mim, ambos se encaminhavam para a parte do parque que acredito fosse responsável pelo funcionamento dos brinquedos. Quando o homem percebeu que estava sendo seguido começou a correr e entrou numa sala de porta bem estreita, Alaly logo atrás.
   Abri a porta um pouco e vi Alaly jogando o homem no aquário de águas viva, nunca imaginei um dia ver minha amiga com tanta força.

   - Espere eu não vou contar nad... - Começou a dizer o homem, mas já era tarde, ela jogou o homem no aquário.

    “Espera! De onde ela tirou tanta força?”
Céus, Alaly havia matado um homem, fiquei do lado de fora aguardando ela sair para que me explicasse o que estava acontecendo, até onde me lembro ela nunca foi assassina, ela saiu.
   - Certo! O que está acontecendo? – Passou por mim como se eu não estivesse lá. – Alaly! – Puxei ela pelo braço, particularmente não goste de fazer isso até porque não gosto que façam isso comigo, mas como ela não me dava atenção.
   Ela me encarou e puxou um faca, na mesma hora disse para ela parar, ela prosseguiu. Então lhe dei um tapa.
   - Ai! – Ela finalmente reagiu a alguma coisa.
   -Alaly, me reconhece agora?
   - Jhãany! Foi você que me bateu?
   - Sim.
   - Porquê?
   - Digamos que você ia tentar me matar.
   - Eu jamais faria isso, você... – Foi quando ela percebeu o faca. – Isso e-eu te machuquei?
   - Não! Eu não, mas aquele homem lá dentro.
   -Que homem?
   - O que você jogou nas água vivas.
   - Eu? Eu não lembro disso.
   - Vamos sair daqui e dá uma volta pode ser que você comece a se lembrar.
   E foi o que fizemos durante algum tempo até ficamos em silêncio, mas nada de Alaly lembrar, ficamos na piscina pequena até o fim da tarde preferi mudar de assunto, quando ela começou a chorar, nem se lembrava que estivera em coma.
   - Achei você. – Era Toram. – Vamos para casa?
   - Sim, vamos Alaly. – Ajudei ela ainda estava processando a ideia de ter matado alguém ela só não duvidou de mim por que estava segurando aquela faca quando recobrou a memória.
   Chegando na esquina da rua dela, ela pereceu recobrar um pouco o entusiasmo, quando estava pensando em me despedir, Alaly voltou a ter aquele olhar perdido no tempo.
   - Alaly? – Ela olhava na minha direção, mas não para mim.
   Começou a andar e não deu atenção quando tentei impedi-la. Então comecei a segui-la, passamos por várias ruas, não estava preocupada por ainda ser 20:00h e as ruas ainda estarem movimentadas, depois de muito andar ela virou num beco. Fiquei observando de longe.
   Ficou lá parada quando a parede começou a se mexer, não, não era a parede e sim uma porta que não havia percebido antes, dois homens saíram, eram os homens do parque.
   - Você o trouxe? – Falou um homem baixo e magro, vestia bermuda e camiseta bem simples como qualquer um, além de um sapato social, o diferencial, era seu cabelo bem assanhado.
   - Sim!
   Ela entregou para eles uma bolsinha bem diferente por sinal, lembrava aquelas bolsas de filmes que é feita de couro.
   - Bom trabalho 315. – Esse era alto e igualmente magro, mas vestia roupa social, terno e cartola, além de um bengala um tanto curiosa.
   “315? O que será que ele quis dizer?” – pensei.
   Ele pegou a bolsa colocou no bolso e voltaram para a porta, Alaly voltou a andar em direção a casa dela, eu acompanhei, mas parecia que eu não estava lá pensei em lhe dar outro tapa, mas não teria desculpa dessa vez, o que foi estranho, pois ela percebeu minha presença.
   - Tchau, Alaly! – Não esperei resposta quando ela entrou em casa, mas...
   - Tchau, Jhãany! – Olhei surpresa para ela, mas ela já havia entrado em casa.
   ...
   Na segunda, liguei para ela para saber como ela estava, mais uma vez sua mãe atendeu.
   - Alô? – Sua mãe.
   - Posso falar com Alaly?
   - Há! Jhãany, minha linda ela ainda está em coma.
   - Impossível! Vi ela nesse sábado.
   - Não! Ela estava no hospital neste sábado. Fiquei com ela o dia todo.
   - Mas...
   - Tem certeza que não era outra pessoa?
   - Sim... talvez fosse outra pessoa. – Achei melhor não prolongar aquela conversa, até por que a mãe de Alaly começou a chorar. – Desculpe o incômodo.
   - Tchau, querida.
   - Tchau!
   Desliguei e comecei a pensar em tudo que estava acontecendo, primeiro o trem suspeito, depois o parque, a menina do lago negro, a sala misteriosa e agora minha amiga assassina/zumbi.


   “Afinal o que está acontecendo?”

sábado, 21 de setembro de 2013

Marionettes!

Capítulo 1


    Estava com alguns amigos numa casa de praia era bem minha cara, estilo vitoriano, poucas pessoas , com varanda de frente para o mar. Escolhi o quarto, que na verdade estava mais para sótão e possuía um teto inclinado com janelão que dava para uma varando com espaço suficiente apenas para uma pessoa e no máximo uma cadeira, o que para mim era perfeito, naquela noite meu melhor amigo Hian me ligara e começou a falar que não via a hora de voltar de viagem para nós reencontrarmos, o lance com o Hian é que parecia que já o conhecia a milhares de anos e me sentia na liberdade de falar com ele sobre absolutamente tudo e ele sempre me tratou como sua irmãzinha, literalmente, dos meus amigos na casa de praia o mais próximo de mim era o Miguel, mas sua amizade não se comparava a de Hian.
Propus tirar fotos e foi que fiz durante a tarde, Kátia parecia se divertir em mostrar poses sensuais para os meninos que não paravam de nós seguir por causa dela, Katia tem um corpo bem bonito diferente de mim que estou mais para a categoria “amiga gorda”. Já pela noite fomos a um bar onde para minha sorte ninguém bebeu, não sei por respeito a minha presença já que não gosto de bebidas ou se por que o Miguel pediu decidimos então voltar a pé o retorno foi bem tranquilo, até chegarmos no bosque, quando uma luz verde nós cercou e um trem, sim um trem, com formato similar a uma centopeia com poucas janelas e muitas pernas, surgiu a nossa frente quase que colidindo diretamente conosco, tinha cor esverdeada e pareciam não existir portas, nem condutor nas pontas.
   - Afinal o que está acontecendo? - Perguntou Miguel.
   - Acho que essa não é a pergunta certa? – Respondeu Katia.
   - Os trilhos acabam ali. – Apontei para um espaço entre duas árvores gigantes, que pareciam indicar um caminho.
   - Jhãany tem razão. E vejam na parte superior das árvores, parece ter canos gigantes. – Confirmou Erick.
   - Falando em cano essa coisa trem seja o que for parece ter saído justamente de um. – Katia apontava para as árvores na direção oposta.
   - Acho melhor voltarmos para a casa de praia e ligar para a polícia. – sugeriu Miguel.
   - E dizer o que? Não estou afim de ser interrogada. – Queixou-se Katia.
   -Como ele parece está abandonado, por que simplesmente não deixamos ele ai e vamos embora? Eu adoraria explora – lo, mas estou muito cansada e se amanhã você ainda quiserem falamos com alguém.
   Mas antes que pudesse terminar o que tinha para dizer o trem voltou a brilhar e tomou impulso do chão seguindo pela continuação do túnel/cano. Ainda pelo choque daquilo tudo eu me virei para o lado posterior a de meus colegas e quando os encarei novamente estavam sérios me olhando, foi uma das sensações mais estranhas da minha vida. Voltando para a casa eles não tocaram no assunto, mas por mim tudo bem afinal estava muito cansada resolvi que falaria no dia seguinte com eles sobre aquilo.
   Pela manhã todos agiram normalmente, como se nada tivesse acontecido, tomamos o café da manhã, jogamos vôlei, e durante o almoço toquei no assunto.
   - Então, alguém já tem uma ideia do que aconteceu ontem? – Comecei.
   - O que aconteceu ontem? – Perguntou Erick.
   - Sei que prometemos não tocar mais no assunto, mas como estamos a sós, pensei ser seguro.    – Encarei Erick que sempre gostou de tirar uma comigo.
   - Mas do que você está falando, Jhãany? – Questionou Katia.
   - O trem.
   - Que trem? - Perguntou Katia.
   - Você sabe o que quase nós atropelou, ontem a noite.
   - Há, você quer dizer que sonhou com um trem. – Riu Miguel.
   - Não, me refiro aquele do túnel entre as árvores.
   - Sinceramente Ny-cham(meu apelido), não fazemos ideia do que você está falando. – me garantiu Erick.
   Preferi não tocar mais no assunto e fingi que foi tudo só um sonho.
   Ainda na casa de praia meu primo me liga informando que se juntaria a nós com uma amiga o que não estranhei, mas meu primo era um estranho para meus amigos, mesmo assim ele se deu muito bem com todos bem até de mais, já a amiga dele uma doidinha com quem nem eu me dava bem arranjou briga com Katia o que encurtou nossa viajem para apenas uma semana ao invés de duas já que Katia se recusava a continuar na mesma casa que a menina.
   Falei do ocorrido com o trem para meu primo e como os outros ele falou que com certeza não foi nada mais que um sonho já que, segundo ele eu era esquisita e isso era normal no meu caso.
Chegando em caso fui conferir meus e-mails e minha velha amiga Alaly havia me mandado um que me convidava para ir a um parque novo que chegara na cidade a um tempo e já chamava a atenção, como estava de férias decidi que quanto mais diversão para mim melhor, assim que desligo o computador ela me liga.
   -Vamos ao parque novo que abriu? - Pergunta Alaly no telefone.
   - Até iria, mas estou com pouco dinheiro, por causa da casa de praia, mas vou ver como me viro com meus pais.
   - Tudo bem, eu ganhei cortesias, vai você, eu e uns amigos, tudo bem?
   - Tudo – Me apressei e deixei tudo pronto para sair a tarde e fui a casa de Alaly.
   Mais tarde no parque, como esperado andamos em todos os brinquedos, exceto um no qual ela morre de medo que por sinal é o um dos brinquedos mais bestas e famoso dos amantes, e deixamos a montanha russa para o final por causa do tamanho da fila que parecia não ter fim. Sinceramente esperava que valesse a pena pelo tempo que fiquei em pé.
   Meia hora depois uma amiga dela que vinheira conosco passou mal e achamos melhor encerrar anoite de diversão por ali. No caminho tivemos de pegar um desvio por conta das obras presentes no caminho e fomos para num túnel, que segundo o amigo da Alaly não deveria está ali, acabamos numa estrada que dava de frente com, acredite se quiser, uma lago, infelizmente não dava para fazer o retorno e tivemos de continuar pela estrada, quando algo começou a emergir das águas e ouvimos uma voz grave.
   - Já está na hora? – Dizia a voz.
   - Hora de que? – Perguntei.
   - Mas eu ainda não estou pronta. – Uma voz veio do fundo do carro.
   - Ana, o que está acontecendo? – Perguntou o menino que dirigia.
   - Eu não sei como fazer. – Ela respondeu, mas não para o garoto e sim para a voz.
   Ana saiu do carro, ironicamente era a menina que tinha passado mal, então acompanhamos, ela começou a se aproximar mais do lado e como esperado ela caiu, tentei segura – lá, mas já era tarde Alaly me puxou pelo braço e por pouco não cai junto, foi quando ela surgiu do lago com uma aparência totalmente diferente e bem mais saudável.
   Não sei bem o que ela era, mas não parecia humana e sim uma deusa, era linda e nós encarava em cima de alguma coisa, não sei bem o que era, mas era o dono da voz grove de antes, até que finalmente quebrou o silêncio.
   - Tenha cuidado e não se aproxime desse lago. – Foi quando reparei que visto mais de perto o lago era absolutamente negro lembrando piche, dava também uma sensação mórbida no corpo, não sei se os outros sentiram isso, no entanto não toquei no assunto. – Vão embora.
   - Ana o que está acontecendo? Você não estava passando mal? - Perguntou Alaly.
   - Não insistam em saber, vão de uma vez a não ser que queiram ficar a presos aqui.
   - Mas Ana…
   - Vão!

   Depois daquela declaração e de uma imagem gigantesca surgindo atrás dela achamos melhor ir embora. Voltamos o mais rápido possível para o carro e seguimos para outro túnel que continuava pela estrada e saímos na cidade. No dia seguinte Alaly me liga.
   -Vamos ao parque novo que abriu?
   - De novo?
   - Como assim de novo? Você já foi?
   - Não, fomos ontem esqueceu?
   - Ontem? Ontem foi sexta, você não estava numa casa de praia?
   - Não ontem foi sábado.
   - Ny-chan, deixa de ser louca, vai ver você sonhou. – Mais uma que diz que eu sonhei com algo.
   Achei melhor mais uma vez fingir que foi só um sonho, até porque não tinha como aquela menina e o lago terem existido chegando na casa de Alaly, ela corria de uma lado para o outro, como sempre nem um pouco pontual.
   - Vamos?
   - Vamos sim, espera.
   - Seus amigos não vão?
   - Não eles foram ontem e me conseguiram essas cortesias.
   - Atá. – Mas será mesmo que foi um sonho?

   - Resolvi que chegando do parque ligaria para o Hian e falaríamos sobre tudo, o trem, a menina no parque.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Kamijo - Louis Enketsu no la Vie en Rose



Letra:

Ibara no michi wo terasu mangetsu ga
Ankoku no mantle wo nabikase temaneku
Fukai kiri ni kokoro azuketara
Yobiokose hontou no jibun wo

Wa ga jinsei ni kazaru romanesque
Kimi no naka nemuru uruwashiki kyouki yo

Tsumetaku shiroi hada no ura wo nagareru melody

Ima mo sono karada dake wa katatoki mo wasurenai
Ouke no kedakaki chi ni ueta mono e

La vie en Rose
Adeyaka ni kimi wo irodoritai
Kuchibiru ni nureta ichirin no bara de
Mou sono ai ni dokumi wa iranai
Aoku somare La vie en Rose

Ah ibara no michi no ue hadashi de aruku
Tsuyoki senshi wa itta
「Kono toge no itami wa kako no tsugunai ashita e no imashime」
「Soshite nagareru kono akai chi yo ou no kate to nare」

Tatoe kioku ga kiete mo shukumei wa kawaranai
Negai wo saka noboreba tadoritsukeru

La vie en Rose
Kimi no naka nemuru kakugo no hana
Ima koso mezamete tomo ni sakanai ka?
Sono hinkaku wa dare ni mo kakusenai
Kokoro ubawareteiku

La vie en Rose adeyaka ni kimi wo irodori
La vie en Rose kanashimi wo nugisute
Mou sono ai ni dokumi wa iranai
Ouke no chi wo shinjite La vie en Rose

Tradução:

A lua cheia que ilumina a estrada de espinhos
Acena atraindo um manto de escuridão
Quando eu deixar meu coração no denso nevoeiro
O meu verdadeiro eu irá despertar

Um romanesco adornado pela minha vida
Uma bela loucura que dorme dentro de você

Uma melodia flui sob a pele fria e branca

Mesmo agora, esse corpo não se esqueceu nem por um momento
Aqueles que almejaram o nobre sangue da família real

A vida em tons de rosa
Eu quero lhe colorir encantadoramente
Com uma rosa molhada por meus lábios
Eu não preciso mais provar o veneno desse amor
A vida em tons de rosa tingida de azul

Ah, sobre uma estrada de espinhos, caminhando descalço
Um poderoso guerreiro disse:
"Esta dor dos espinhos é uma penitência do passado e uma lição para o amanhã
Então, este sangue vermelho que corre será o alimento do rei"

Mesmo que as lembranças sumam, o destino não mudará
Se eu retomar o caminho dos meus desejos, eu poderei alcançá-los

A vida em tons de rosa
A flor da determinação dorme dentro de você
Agora é a hora de ela acordar e florescer com você?
Sua dignidade não pode ser escondida de mais ninguém
Seu coração está sendo roubado

A vida em tons de rosa, lhe colorindo encantadoramente
A vida em tons de rosa, livre-se da tristeza
Eu não preciso mais provar o veneno desse amor
Acredite no sangue real, a vida em tons de rosa

sábado, 14 de setembro de 2013

Aoki Misako - Lolitina


Vídoe da semana, Aoki Misako-Lolitina!
Como informado no face ouve uma mudança de sonho e semana que vem vou postar
o sonho: Marionettes, por já está quase completo e a Biblioteca ainda está pela metade, espero que entendam!
Obrigada por enquanto fiquem com esse clipe Kawaii! ^^
Atenciosamente Jhãany Osty! ^^

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Ayumi Hamasaki - Appears


Ainda atrasada com o 5 capítulo, mas deixo vocês com essa linda interpretação da Ayumi Hamasaki!
Amo essa música e recomendo ela para quem gosta de música japonesa!
Tenham um fim de semana lindo!
^^

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Ali Project - Kyoumu Densen

Letra:



Aoki ashita kako wa shiseri
Kimi wa mata kodoku o daku

Yoru o oou mabuta hirake
Mataki kage o osoreru nakare

Hono kuraki hitsugi kara
Umi otosareta ningyou no you ni
Karada wa akaku kogoe
Kokoro wa yami ni ayasare sodatsu

Kimi ni boku ga mierukai
Tsunagu te no tsumetasa ni
Senketsu no tsume tateru
Mayu yosete goran yo

Kowashiaou
Saki ni tsuzuku
Nazo ni michiru ketsumatsu o

Hane mo ashi mo mogareta mama
Kokuu no naka kuchihateru yori

Mou hitori boku ga ite
Dareka o itai hodo aishiteirunda

Saa docchi ga
Maboroshi darou ne

Tsunzaku zekkyou yori
Ozomashiki mono hito no sasayaki
Ashiki kotodama bakari
Kokoro ayatsuri tsutawatte yuku

Boku wa kimi ni fureteitai
Tatoe minna kiete mo
Damasarete ageyou ka
Kirei ni warai na yo

Kawashiaou
Kouru you ni
Itsuka tsuzurareru yume o

Chi to namida ni mamiretatte
Matteru no wa zetsubou ja nai

Mou hitori kimi ga ite
Dareka o korosu hodo kizutsuketeite mo

Nee ittai
Tsumi tte nandarou

Aoki ashita kako wa shiseri
Boku wa mata kodoku o shiru

Yoru o oou mabuta hirake
Mataki kage o osoreru nakare

Kowashiaou
Saki ni tsuzuku
Nazo ni michiru ketsumatsu o

Hane mo ashi mo mogareta mama
Kokuu no naka kuchihateru yori

Aa koko ni bokura wa iru
Honto wa itai hodo
Ikiteitainda

Mou tokku ni kotae wa
Wakatteru ne?


Tradução

Pesadelos contagiosos

A manhã é triste e o passado está morto
Você ainda está abraçando a solidão

Abra suas pálpebras que esconde a noite
Você não deve temer as sombras perversas

Do caixão sombrio
Nasci, como uma boneca
Meu corpo congelado em carmesim
E meu coração confortado e erguido pela escuridão

Eu sou visível para você
Conectado pela frieza de nossas mãos?
Segurando essas garras encharcadas em sangue fresco
E assim me desaprovam

Vamos destruir um ao outro
Antes de continuar
A conclusão que está cheia de mistério

Nossas asas e pernas foram arrancadas
Desde que estamos apodrecendo neste vazio

Outro eu está aqui
Que amava tanto alguém que machucava

Agora, qual de nós
É uma ilusão?

Mais repulsivo do que gritos penetrantes
São os sussurros das pessoas
Apenas palavras más
Estão transmitindo manipulação do coração

Eu quero ser tocada por você
Mesmo que todos desapareçam
Devemos ser enganados um pelo outro?
Não ria tão lindamente

Vamos atravessar caminhos
Então podemos nos apaixonar
E algum dia ser capaz de soletrar nossos sonhos

Mesmo que sejamos manchados de sangue e lágrimas
O que possuímos não é desespero

Outro você está aqui
Mesmo se você ferir alguém o suficiente para matá-lo

Hey, o que na Terra
São pecados?

A manhã é triste e o passado está morto
Eu ainda conheço a solidão

Abra suas pálpebras que esconde a noite
Você não deve temer as sombras perversas

Vamos destruir um ao outro
Antes de continuar
A conclusão que está cheia de mistério

Nossas asas e pernas foram arrancadas
Desde que estamos apodrecendo neste vazio

Ah, estamos aqui neste lugar
E nós realmente queremos viver
Tanto que dói

Breve e rapidamente
Você vai entender a resposta, certo?

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

ALI PROJECT - Seishoujo Ryouiki

Letra:



Mada iwanaide
Jumonmeita sono kotoba
"Ai" nante hane no you ni karui
Sasayaite
PAPA yori yasashii TENOORU de
Ubau kakugo ga aru no naraba

Hyakuman no bara no BEDDO ni
Umore miru yume yori mo
Kaguwashiku watashi wa ikiteru no

Dou sureba minikui mono ga
Habikotta kono sekai
Kegarezu ni habataite yukeru no ka

Hitori mayu no naka
Manabitsuzukete mo
Suishou no hoshizora wa
Toosugiru no

Mada furenaide
Sono furueru yubisaki wa
Hananusubito no amai tamerai
Furete mo ii
Kono fukai mune no oku ni made
Todoku jishin ga aru no naraba

Hakuba no oujisama nanka
Shinjiteru wake janai

Bibiwareta garasu keesu ni
Kazarareta junketsu wa
Horobiyuku tenshi-tachi no shinzou

Mata asu mo mezameru tabi ni
Hyakunen no toki o shiru
Nemurenai tamashii no ibarahime

Kuikomu kanmuri
Hitoshizuku no chi ni
Aa ima ga shinjitsu to
Omoishiru no

Mada ikanaide
Tsukiakari no kekkai de
Ayamachi ni kizuite shimaisou
Yasuraka na nukumori ni dakare
Kowaretai watashi wa
Tsumi no ko na no deshou ka

Sotto koborete kuru
Namida no imi sae wakaranai

Mou iwanaide
Jumonmeita sono kotoba
"Ai" nante kusari no you ni omoi
Sasayaite
PAPA yori yasashii TENOORU de
Donna kakugo mo dekiru naraba

Saa chikatte yo
Sono furueru kuchibiru de
Mitsu o tsumu karyuudo no tokimeki
Sawatte ii
Kono fukai mune no okusoko o
Inuku yuuki ga aru no naraba

Anata tsukamaetara
Keshite nigasanai you ni shite

Tradução

Domínio da garota santa

Por favor, não diga
Essas palavras amaldiçoadas ainda
Amor é leve como penas
Só sussurre
Com a voz que era igual a do meu pai
Se estiver decidido a me roubar

Mais perfumado do que
O sonho que eu tenho, enterrado em
Uma cama de milhões de rosas, estou viva

O que fazer? Neste mundo
Onde coisas feias invadiram
Posso voar sem ser maculada?

Sozinho no casulo
Mesmo se eu continuar aprendendo
O céu estrelado de cristal
Está muito longe

Por favor, não me toque ainda
Suas pontas de dedos tremendo são
A doce hesitação de um ladrão de flores
Você pode me tocar
Se você estiver confiante
Que você alcançará as partes mais profundas do meu coração

Não é como se eu ainda acreditasse
Em um príncipe em um cavalo branco

A pureza que adorna
A caixa de vidro rachada
Os corações moribundos dos anjos

Quando eu acordar novamente amanhã
Novamente irá descobrir o passar de cem anos
A princesa das rosas cuja alma que nunca adormece

Uma coroa que corta em mim
Em uma gota de sangue
Ahh, agora eu percebo
Que esta realidade é verdadeira

Por favor, não vá ainda
Na barreira do luar
Eu posso notar meus erros
Quando cercada por seu calor tranquilo
Eu quero ser quebrada; Sou eu
Uma garota pecadora?

Eu nem entendo o significado
Das minhas lágrimas que estão derramando suavemente

Por favor, não diga
Essas palavras malditas
Amor é pesado como correntes
Só sussurre
Com a voz que era igual a do meu pai
Se você estiver pronto para qualquer coisa

Vamos, prometa
Com seus lábios trêmulos
Meio à palpitação do caçador que recolhe o doce néctar
Me toque
Desde que tenha a coragem
De atingir a parte mais profunda do meu coração

Se você conseguiu me capturar
Nunca me deixe escapar

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Ali Project - Kinjirareta Asobi

Letra:



Bara no kubiwa tsunagete gin no kusari kuwaete
Koyoi mo hitori hateru anata ga nikurashii
Hizamazuite onameyo nigai ai no shizuku wo
Tenshi ni hodokosu aoi doresa-jyu

Jibun to iu hitsugi no naka kokoro wa mata ugoiteru
Chigireta hane wa gekkou ni ikikaeri urumu wa
Yami yori mo kowai no wa kodoku
Futari no akashi jyuujika no moto de musabori mashou

Bara no tejou hazushite shiroi tekubi kasanete
Fureau koto no kiseki anata ga itooshii
Hizamazuite sasageyo itai ai no kotoba wa
Ga-ze ni nijinda akai arabesuku

Tsumidemo ii suki to itte kindan no kuchibiru wo

Sekai wa sobietatsu oshiro ge-to wo akeru no wa kami
Sonna fuuni michibiki tsuzukete soshite watashi no me wo
Fusaidara dareyori yasashiku
Namae wo yonde sonotoki shiru desho eien no imi wo

Bara no yubiwa majiete kawa no ribon musunde
Kagami no ma no butoukai subete ga kuruoshii
Mayoikonde satoreyo meguru ai no rekishi wo
Namida de kazarou kuroi maria-jyu

Uso de wa iya suki to itte jyunketsu no kuchibiru de

Bara no kubiwa tsunagete gin no kusari kuwaete
Koyoi mo hitori hateru anata ga nikurashii
Hizamazuite onameyo nigai ai no shizuku wo
Tenshi ni hodokosu aoi doresa-jyu

Bara no tejou hazushite shiroi tekubi kasanete
Fureau koto no kiseki anata ga itooshii
Hizamazuite sasageyo itai ai no kotoba wa
Ga-ze ni nijinda akai arabesuku

Kokoro kara suki to iu wa kegare naki kuchizuke wo

Tradução:

Jogo proibído

Coloque o colar de rosas, e morda a corrente de prata
Outro vai morrer esta noite - você é desprezível
Ajoelhe-se e lamba as gotas amargas do amor
Um adestramento azul realizado por Anjos

Dentro do caixão chamado Eu, minha alma ainda se move
Asas despedaçadas ressuscitam à luz do luar e crescem úmidas
Mais do que a solidão a escuridão é para ser temida
Sob a cruz, deixe-nos saciar a prova da nossa união

Tirando as algemas de rosas, e segurando no pulso do outro
É o milagre do nosso abraço - você é amado
Ajoelhe-se e ofereça as palavras dolorosas do amor
Um vermelho arabesco embebe as ataduras

Mesmo se for um pecado, diga que você me ama com seus lábios proibidos

O mundo é um castelo imponente, com suas portas abertas por Deus
Dessa forma eu vou guiar você, e se você encher meus olhos
Mais suavemente que outro a chamar meu nome
Quando isso acontece, você vai conhecer o significado da eternidade

Atravesse o anel de rosas e amarre a fita de couro
É uma bola em uma Sala dos Espelhos - tudo é enlouquecedor
Perca-se e ser esclareça-se na história de transformar o amor
Um casamento preto decorado com lágrimas

Eu odeio mentiras - diga-me que me ama com lábios castos

Coloque o colar de rosas, e morda a corrente de prata
Outro vai morrer esta noite - você é desprezível
Ajoelhe-se e lamba as gotas amargas do amor
Um adestramento azul realizado por Anjos

Tirando as algemas de rosas, e segurando no pulso do outro
É o milagre do nosso abraço - você é amado
Ajoelhe-se e ofereça as palavras dolorosas do amor
Um vermelho arabesco embebe as ataduras

Diga que você realmente me ama com um beijo puro!